Dependendo da origem, a suplementação de cálcio pode trazer riscos cardíacos, como apontam alguns estudos científicos. Por outro lado, apenas uma alimentação balanceada não supre as quantidades diárias de cálcio necessárias ao organismo ocasionando, no longo prazo, problemas como osteoporose. “A deficiência de minerais no solo e nos alimentos – causada pelo uso sem controle da terra e a adição de agrotóxicos – mostra que a suplementação com minerais orgânicos naturais é fundamental para a nossa saúde. E atenção para a origem desses minerais. Cálcio e outros minerais isolados inorgânicos, moleculares ou quelados podem provocar alergias e eventuais depósitos nas artérias e articulações, com prejuízos cardíacos. Por isso, é importante que esses minerais sejam de origem vegetal, como são os das algas”, explica o químico José Celso Guimarães, responsável técnico da Phosther Algamar.

A suplementação alimentar por meio de nutrientes vegetais orgânicos, como os das algas marinhas, é a mais nova descoberta no auxílio à saúde, segundo apontam estudos científicos. Além de serem 100% naturais, elas têm uma absorção pelo organismo bem maior do que a que se verifica com outros compostos. Estudo publicado na revista científica francesa Agro-Food-Industry Hi-Tech constatou que o cálcio proveniente de algas marinhas, de origem vegetal, tem 96% de absorção no organismo, contra 67% de cálcio da dolomita, de origem mineral; e 61% do cálcio de ostra, de origem animal. Estudo idêntico foi feito pela Universidade Federal de Minas Gerais.

Produzido no Brasil, o BioVitalithy é um suplemento a base de algas marinhas que oferece ao organismo minerais essenciais à saúde, auxiliando na prevenção de doenças como a osteoporose e a osteopenia. “Com o avanço da idade surgem alterações fisiológicas que podem interferir no estilo de vida do idoso, fazendo com que a suplementação seja necessária. Estas alterações interferem diretamente no estado nutricional do idoso. Estes fatores podem contribuir para o aparecimento de doenças como desnutrição ou obesidade, osteoporose, hipertensão e diabetes. Muitas vezes a alimentação do idoso tem baixo valor nutricional e é rica em açucares, gorduras e sódio. Com isso, a ingestão de minerais importantes, como o cálcio, fica prejudicada”, afirma a nutricionista Camila Prata, do Departamento de Nutrição da Phosther Algamar.

RIO DE JANEIRO, R.J. ; 26 de maio de 2012 – Alimentação balanceada natural, orgânica e hábitos de vida saudáveis são excelentes maneiras de obter cálcio e demais minerais essenciais necessários para o bom funcionamento do organismo. A suplementação surge como um forte aliado nesse processo, já que o ritmo de vida das grandes cidades, o alto consumo de alimentos processados e industrializados e a deficiência de minerais nos solos¹, inviabiliza a ingestão e assimilação das doses diárias de cálcio e minerais essenciais recomendadas pela OMS.

A insuficiência de cálcio e demais minerais essenciais provenientes dos alimentos foi publicado no estudo ‘Concentrações de Cálcio e de Magnésio em Alguns Alimentos Consumidos no Brasil’ no Brazilian Journal of Food Technology, de Kátia Silva Ferreira, nutricionista da Universidade Estadual do Norte Fluminense. Segundo a pesquisadora, que avaliou a presença de cálcio e magnésio nos principais grupos alimentares consumidos pelos brasileiros, a concentração em mg desses minerais em 100g dos alimentos representam apenas até 10% da IDR (ingestão diária recomendada), fazendo com que sua ingestão não acarrete diferenças importantes do ponto de vista nutricional.

Se a ingestão de cálcio e minerais essenciais se provam insuficientes mesmo através de alimentação balanceada e orgânica, a solução estaria na suplementação. Porém, essa semana, foi publicado no Heart Journal² um estudo alemão que recomenda a cautela na suplementação de cálcio já que, de acordo com os pesquisadores, pessoas que tomam suplemento de cálcio possuem 86% mais chances de apresentarem problemas cardíacos devido ao depósito nas artérias dos resíduos não absorvidos ou eliminados. Essa recomendação da comunidade científica não destaca a origem mineral ou animal do cálcio em questão. É fato que não possuem boa absorção pelo organismo e seus resíduos acabam se depositando nas artérias, causando problemas cardíacos, superando em risco os benefícios trazidos na prevenção e combate à osteoporose e outras doenças degenerativas.

Em outubro de 1997³, um estudo sobre suplementação de cálcio natural e orgânico, provenientes de algas marinhas, relata os graus de absorção de diferentes fontes de cálcio. Esse estudo foi publicado na revista científica Agro-Food-Industry Hi-Tech, na França, e constatou que o cálcio proveniente de algas marinhas, de origem vegetal tem 96% de absorção, contra 67% de cálcio da dolomita, de origem mineral, e 61% do cálcio de ostra, de origem animal. Este resultado pode se explicar pela estrutura celular da alga e sua porosidade, alga, que oferece uma grande superfície de troca iônica e a torna totalmente biodisponível, diferente das demais fontes de cálcio presentes no mercado, citadas nesse estudo.

A deficiência de minerais no solo, nos alimentos e a alta biodisponibilidade dos minerais de origem vegetal e orgânica mostra que a suplementação de cálcio e minerais essenciais pode e deve ser feita, porém, o mais importante no processo de suplementação mineral é saber sua origem. Minerais isolados inorgânicos, moleculares ou quelados podem provocar alergias e, como mostrou o estudo na Alemanha, eventuais depósitos nas artérias e articulações dos resíduos não absorvidos e não eliminados.

Os minerais são necessários em quantidades específicas. A deficiência ou excesso deles pode interferir com o efeito ou assimilação de outros minerais no organismo, por exemplo; o excesso de ferro reduz a absorção do zinco. O excesso de zinco reduz a absorção do cobre.

Os minerais orgânicos e integrais provenientes de algas marinhas são organizados em sua estrutura natural e harmonicamente pela própria alga, que é um organismo vivo, sendo então absorvidos em sua totalidade. Aliar os processos da própria natureza à fisiologia humana através de método exclusivo e patenteado de processamento das algas à baixas temperaturas é a proposta do suplemento nutricional BioVitalithy.

BioVitalithy é a melhor fonte de cálcio disponível no mercado, totalmente biodisponível, com 96% de absorção pelo organismo e sem provocar depósitos de resíduos nas artérias. Além de não apresentar riscos de problemas cardíacos, a ingestão de apenas 2 cápsulas diárias (1g) de BioVitalithy representa 34% da ingestão diária recomendada (IDR) de cálcio.

A suplementação de cálcio com BioVitalithy, aliada à alimentação balanceada orgânica e hábitos de vida saudáveis são, juntos, os melhores meios de prevenção e combate à osteoporose e demais doenças degenerativas, sem trazer risco cardíaco.

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